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sábado, 22 de agosto de 2020

A saga de John Constantine

 

Hellblazer

Nome Traduzido: Hellblazer
Nome Original: Hellblazer
Editora: Vertigo
Ano de Lançamento: 1988
Publicação: Periódica
Edições: 300
Status: Cancelada/Terminada

Descrição: Hellblazer é um título mensal da DC Comics. Publicada com o selo Vertigo, nos mostra as aventuras e desventuras de John Constantine, um mago inglês que vive em uma linha tênue entre o bem e o mal, enfrentando demônios, anjos, vampiros, e tudo o que se pode imaginar que exista no macabro e obscuro mundo do ocultismo.

 


   

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Filho...

Filho, eles te repudiaram, te julgaram, e tentaram te colocar de joelhos as suas vontades, mas seja pra eles a luz, a esperança e faça com que acreditem no valor de sua humanidade...filho de Kripton!


Superman - Paz na Terra

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Quando se aproxima o natal em Metrópolis, o Super-Homem começa a ponderar com um certo desconforto sobre o cruel abismo que separa os poucos privilegiados dos muitos destituídos que beiram a inanição.Decidido a ajudar fazendo de si mesmo um exemplo o Homem de Aço resolve empregar todos os seus incríveis poderes em um esforço titânico para aliviar a fome no mundo. Apesar do cinismo e das dificuldades que encontra nesta tarefa, seu maior presente para o planeta é uma inegável mensagem de paz e esperança. 

https://drive.google.com/open?id=0BwRE8w1TYreIeDNSNDJHQjlSdnc

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Capitão Invernal


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Na história, encontramos um perturbado Steve Rogers – ainda sob os efeitos dos acontecimentos ocorridos durante Vingadores: A Queda, no qual, inclusive, houve a dissolução da equipe – se lançando em uma investigação para descobrir a verdade por detrás do suposto assassinato de seu pior inimigo, o Caveira Vermelha. Com a ajuda da SHIELD e parceiros de outrora, Rogers enfrenta alguns fantasmas do passado, na forma de estranhas recordações, vendo o surgimento de uma ameaça inesperada, envolvendo Bucky Barnes, seu falecido ex-parceiro de batalha.

   

   

   

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Um pouco sobre as armaduras recentes de Tony Stark

Você deve ter visto em “Homem de Ferro 3” que a armadura de Stark era modular e montável telecineticamente. Isso foi inspirado na tecnologia de “telecinesia magnética” que o personagem desenvolveu nos quadrinhos durante os arcos Guerra Civil e Extremis (este último, inclusive, forneceu a base conceitual para o roteiro do filme).
Exemplo da montagem telecinética usada durante o arco Extremis:

Armadura utilizada durante o arco Extremis, a Model 30 (a notação “Mark” meio que foi abandonada nos quadrinhos):

Ela tem um formato bastante aerodinâmico e isso provavelmente se deve ao fato de que, naquela época (2005-2006), Stark havia se tornando Secretário do Departamento de Defesa dos EUA e, posteriormente, viria a ser diretor da S.H.I.E.L.D.
A título de curiosidade, nos quadrinhos Maria Hill tornou-se diretora da SHIELD após a saída de Nick Fury na saga Secret War (2004). Ela é odiada pela maioria dos heróis devido à sua política intolerante. Na saga Guerra Civil (2006) foi substituída por Tony Stark e, depois dele, Normam Osborn assumiu a direção, transformando a S.H.I.E.L.D. em H.A.M.M.E.R. e dando início à saga Dark Reign (2008). Tempo depois Osborn fez um acordo com Loki, mas isso culminou em sua derrota na saga Siege (2010). Recentemente, Stark e Hill voltaram como co-diretores da companhia por indicação da ONU.
Nos quadrinhos, o design das armaduras costumam servir como alusões ao momento de vida de Stark. Durante a fase Heroic Age (anterior à atual), Stark usou a armadura Model 37 (também conhecida como “The Bleeding Edge Armor”), que possui características que refletem a ideologia de progressismo tecnológico e sustentabilidade então defendidos pelo personagem (reparem como ela possui muito mais reatores do que o normal):

Outro aspecto que ilustra isso é o fato de ela ser montada através de nano-robôs que ficam alojados no corpo de Stark (criados por ele com ajuda de Reed Richards, o Sr. Fantástico), que refletem a ideia de união entre homem e máquina:

“Quem quer andar num helicóptero idiota afinal de contas?” XD
Esse ano acabou o arco “Vingadores Versus X-Men” e com ele terminou a fase Heroic Age, dando início à fase Marvel Now. Stark desenvolveu um novo modelo que, segundo os roteiristas, também será acompanhado por um novo e mais obscuro lado de sua personalidade:

Essa armadura mais recente é ativável através de um tipo avançado de metal líquido:

T1000 feelings?
Eu considero o fato de o Iron Man sempre modificar e atualizar suas armaduras como uma característica bem legal do herói. Uma das mais legais, na verdade. Fora que ele é um dos poucos heróis que tem uma consistência em quase toda sua cronologia quadrinística (eu disse “quase” porque sempre existe a década de 90 para estragar qualquer super-herói da Marvel. Lembram do Tony Stark adolescente vindo do passado? Oh boy

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Quadrinhos para machos ao MAXimo



Marvel MAX | O Justiceiro

Terra1 Comic 12:49 Garth Ennis , Justiceiro , Marvel Comics , Marvel MAX
Quando a MARVEL anunciou o cancelamento do selo MARVEL Knights e que a revista do "Justiceiro" passaria a ser publicada pelo selo MAX, muitos leitores ficaram receosos, acreditando que essa ação era uma forma de censura aos textos escritos por Garth Ennis.

O medo dos leitores não se concretizou. Vale salientar que as fases "Knights" e "MAX" do Justiceiro, apesar de terem sido escritas por Ennis, são totalmente distintas. A primeira fase do Justiceiro é mais light, é marcada por violência, tramas mirabolantes, mas tmabém possui muitos momentos de humor negro entre uma cena e outra mais forte, justamente para balancear com toda a violência exibida.

Na série MAX, sai o humor e as tramas das tradicionais histórias de super-heróis de quadrinhos, sedendo espaço para a denúncia e tramas focadas em problemas reais da sociedade. O personagem ganha contornos dramáticos. Seus inimigos são assassinos em série, o governo americano, traficantes de escravos, policiais corruptos, entre outros. Uma publicação voltada para o público adulto!

MAX - #01 ao #12

Estou trazendo dois arcos do Justiceiro. No primeiro arco, “No começo” ou “No princípio”, o mesmo arco foi traduzido de duas formas, mas se tratam da mesma história, serve na verdade como uma apresentação do personagem ao leitor, mostrando toda sua origem e os motivos que motivaram Frank Castle a se tornar um implacável perseguidor de criminosos. Nesta mesma história, uma figura do passado retorna dos mortos para acertar as contas com Castle. Roteiro de Garth Ennis e arte de Lewis Larosa.

Já em “Inferno irlandês”, o pau come. Logo de início um terrível atentado quase põe fim a vida do herói, que sobrevive e se vê no meio de uma guerra de gangues em Nova York. A cidade se transforma em uma "Zona de Guerra". Gangues em disputa por território, pelo controle do submundo e da cozinha do inferno. Roteiro de Garth Ennis e arte de Leandro Fernandez.


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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Dupla cearense cria o Cosmic, a ‘Netflix’ dos quadrinhos

Amigos lançam em novembro serviço de assinatura on-line para HQs
Luiza Gould, em O Globo
RIO — Tudo começou com “Novo mundo”. A ideia da dupla de amigos cearenses era lançar uma HQ contando as aventuras de portugueses que, ao chegarem ao Brasil no século XVI, encontram criaturas pré-históricas. O roteiro ainda não saiu da imaginação, mas serviu como gatilho para Ramon Cavalcante e George Pedrosa criarem o Cosmic, um serviço de streaming de quadrinhos. Com lançamento previsto para novembro, o projeto tenta fazer algo parecido com o que realiza a Netflix no campo de filmes e séries e o Spotify na música.
Com uma proposta ambiciosa, a dupla pretende sanar uma dificuldade da área.
— O mercado impresso de quadrinhos no Brasil não dá conta do volume de público, que quer consumir uma grande quantidade de obras sem pagar um valor absurdo. É uma leitura rápida, por isso é difícil cobrar caro e aí está o problema, já que os custos de publicação são altos. A distribuição pode representar 30% do valor da revista, o mesmo com postos de venda e ainda tem a impressão, que vai de 12 a 20% do preço — explica Ramon Cavalcante, de 30 anos, por telefone, de Fortaleza.
Desenvolvida para computador, tablet e celular, a plataforma funcionará da seguinte forma: o usuário pagará R$ 15,90 mensalmente para ter acesso a um banco de histórias em quadrinhos. Deste valor, 30% serão destinados à manutenção do serviço. Os outros 70% irão para os autores, de forma proporcional às páginas acessadas.
— Para exemplificar, se 75% das páginas lidas por um usuários são de quadrinhos do autor A e 25% são do B, eles ficarão com essas mesmas porcentagens de royalties do usuário. O A ganharia R$ 8,35 e o B R$ 2,78 (totalizando os R$ 11,13 correspondentes ao 70% do valor da assinatura) — diz George Pedrosa, de 26 anos.
A dupla conta que a criação desse modelo de assinaturas individuais levou em consideração críticas a outras plataformas, como o Spotify, no qual um percentual considerável é destinado às gravadoras.
— Com o Cosmic queremos deixar os autores focados na produção. E eles saberão que material o público gosta mais para, só aí, imprimir — prevê Pedrosa.
Capa do quadrinho ‘Mayara e Annabelle’ – Reprodução
Já para as editoras a vantagem seria alcançar um público dependente dos downloads ilegais de quadrinhos.
Entre os que abraçaram a ideia estão os autores Mario Cau, idealizador do quadrinho “Morphine”, Sirlanney Freire, conhecida pelo pseudônimo Magra de Ruim, além de Pablo Casado e Talles Rodrigues, criadores da HQ “Mayara e Annabelle”. Marca da Fantasia e Mino estão entre as editoras.
A expectativa é de que o Cosmic tenha 50 quadrinhos para começar. O aumento do acervo, dependendo das parcerias, será quinzenal. Os criadores do serviço acham que conseguir os primeiros assinantes não será difícil: o streaming será oferecido no Cosmic Reader. Lançado pela equipe em julho, este aplicativo gratuito para organização de HQs on-line já foi baixado por quatro mil usuários — serão eles os primeiros a ter a opção de virar assinantes.
— O grande objetivo é organizar um mercado de forma a ajudar o público e todos os envolvidos no processo de criação — afirma Cavalcante.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

HELLBLAZER - John Constantine (Até o n°200)

 Suas histórias são geralmente constituídas apenas de conversas, mas sempre com um fundo sobrenatural. Sempre acompanhado de seus amigos, todos eles envolvidos com o sobrenatural, Constantine enfrenta demônios, vampiros, fantasmas entre outros seres. Na maioria conta com seu amigo Chas, um taxista, e os dois constantemente brigam. Já enganou o Diabo, pra poder escapar de um câncer de pulmão. E esse é John Constantine, um mago que só pensa em si mesmo e não hesita em xingar anjos, fazer gestos obscenos para o demônio e arriscar vidas alheias, sempre querendo apenas livrar a própria pele.


Créditos totais ao VERTIGEMHQ 

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sábado, 15 de junho de 2013

Os 75 anos do Super-Homem


Um dos heróis mais famosos dos quadrinhos, o Super-Homem completa 75 anos em 2013.
O herói foi criado em Cleveland, Ohio, pelo roteirista Jerry Siegel e o desenhista Joe Shuster e fez sua estreia em 1938, no primeiro número da revista Action Comics.
Acredita-se que ainda existam cerca de cem cópias da edição original. Em 2011, uma destas cópias foi leiloada por US$ 2,16 milhões (cerca de R$ 4,6 milhões).


Desde então, o personagem gerou mais de US$ 500 milhões para a Warner Bros, com o lançamento de cinco filmes e outros bilhões de dólares com séries de televisão, brinquedos, games e quadrinhos, em um período de 75 anos.
O último ator a encarnar o personagem é o britânico Henry Cavill, no longa O Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder, que deve estrear no Brasil no dia 12 de julho.
Superman a 75 anos fazendo as pessoas acreditarem...